Minha terra tem favelas,
Onde extinguiu-se o Sabiá.
Os ladrões que aqui tiroteiam,
Não tiroteiam como lá.
Nosso Céu tem mais fumaça,
Nossas várzeas têm mais lixo,
Nossos bosques não têm vida,
Nossa vida é desperdício.
Em cismar, sozinho, à noite,
Imagino encontrar prazer por lá,
Naquela terra com palmeiras,
Onde cantava o Sabiá.
Aquela terra tinha primores,
Que já não mais encontro cá;
Em cismar - sozinho, à noite -
Me imagino, com prazer, lá;
Minha terra tem favelas,
Onde extinguiu-se o Sabiá.
Não permita ladrão que eu morra,
Sem que eu escute o belo cantar;
Sem que desfrute os primores,
Que já não há por cá;
Sem qu'inda aviste as florestas,
o mato, o mar, e o Sabiá.
Onde extinguiu-se o Sabiá.
Os ladrões que aqui tiroteiam,
Não tiroteiam como lá.
Nosso Céu tem mais fumaça,
Nossas várzeas têm mais lixo,
Nossos bosques não têm vida,
Nossa vida é desperdício.
Em cismar, sozinho, à noite,
Imagino encontrar prazer por lá,
Naquela terra com palmeiras,
Onde cantava o Sabiá.
Aquela terra tinha primores,
Que já não mais encontro cá;
Em cismar - sozinho, à noite -
Me imagino, com prazer, lá;
Minha terra tem favelas,
Onde extinguiu-se o Sabiá.
Não permita ladrão que eu morra,
Sem que eu escute o belo cantar;
Sem que desfrute os primores,
Que já não há por cá;
Sem qu'inda aviste as florestas,
o mato, o mar, e o Sabiá.




1 comentários:
é tudo verdade.
:S
Postar um comentário