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I've got to be true to myself

Ultimamente tenho tentado ouvir meus próprios desejos. Isso quer dizer que tenho dito vários “nãos” e deixado de tentar fazer coisas apenas para agradar os outros. É que assim consigo ser verdadeiro para comigo mesmo. Por que sofrer com o que não te agrada ou não te faz bem?

Mas, ao mesmo tempo, fico pensando se essa maneira de pensar não é individualista demais. Não deveríamos abrir mão de algumas coisas pelo bem dos outros (mesmo sofrendo com isso)? O meu medo é que, dizendo realmente o que penso e fazendo realmente o que quero, eu acabe me tornando uma pessoa (mais?) chata. Mas será que o que as pessoas pensam de mim é tão importante?
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Sobre o blog


Foi a partir de uma overdose do seriado canadense “Being Erica” que surgiu a vontade de reinaugurar meu blog. Desta vez com direito a novo título, novo endereço e, é claro, novo template. Para quem não sabe, o seriado ao qual faço referência conta a história de uma mulher (a “Erica” do título) que, aos 32 anos de idade, parece não ter conseguido nada na vida. Afinal de contas, está desempregada, solteira e sem perspectiva. É aí que aparece o Dr. Tom para salvá-la, ou melhor, ajudá-la a entender suas próprias atitudes. Em uma terapia não convencional, Erica volta no tempo para reviver seus arrependimentos. Mas sua tarefa não é apenas mudar o passado (afinal de contas, muitas vezes ela descobre que é impossível fazê-lo): sua viagem no tempo é em busca do autoconhecimento. Entendendo a si mesma, Erica aprende valiosas lições que a ajudam a viver o presente (ou não).

O que pretendo fazer aqui é, em parte, parecido com isso. Às vezes são tantos os pensamentos na minha cabeça que ela chega a pesar. Muitas vezes também tenho a impressão de que não consigo verbalizar muito bem o que sinto e penso (pelo menos oralmente). Assim, acredito que escrever pode ser a minha terapia alternativa. Além disso, também pretendo postar imagens, vídeos e comentar sobre meus seriados, filmes e livros favoritos.

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The time traveler's wife

“CLARE: It’s hard being left behind. I wait for Henry, not knowing where he is, wondering if he’s okay. It’s hard to be the one who stays. I keep myself busy. Time goes faster that way. I go to sleep alone, and wake up alone. I take walks. I work until I’m tired. I watch the wind play with the trash that’s been under the snow all winter. Everything seems simple until you think about it. Why is love intensified by absence? Long ago, men went to sea, and women waited for them, standing on the edge of the water, scanning the horizon for the tiny ship. Now I wait for Henry. He vanishes unwillingly, without warning. I wait for him. Each moment that I wait feels like a year, an eternity. Each moment is as slow and transparent as glass. Through each moment I can see infinite moments lined up, waiting. Why has he gone where I cannot follow?” (Prologue, The Time Traveler’s wife)

It’s so beautiful! I can hardly wait to read the book and watch the movie.

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Planos para as férias

Já que estou de férias, resolvi atualizar meu blog (você pode perceber que durante o período de aulas, sempre bastante corrido, ele fica as moscas). Acho que, por conta disso, os assuntos aqui acabam sendo bastante recorrentes (ou inúteis, como preferir).

Mais uma vez, não vou viajar nas férias. Mas tenho vários planos: vou ler e assistir várias coisas que não tive tempo de ler/ver durante o semestre (na verdade já estou fazendo isso!). Vou aproveitar que minhas férias serão um pouco prolongadas, já que o semestre nos EUA começa em Setembro (minhas aulas na Wayne começam dia 3/9, para ser mais específico – e minhas aventuras serão relatadas em breve em outro blog: www.leostudyingabroad.blogspot.com ).

Eu tenho mania de querer organizar tudo, e sempre me frustro porque não consigo.

Mas vamos às listas!

O que já fiz nas férias:

- reli Harry Potter and the Half Blood Prince

- assisti todos os filmes da série Harry Potter disponíveis em DVD (do 1 ao 5)

- assisti a pré-estreia de Harry Potter e o Enigma do Príncipe

- assisti “Nick and Norah’s infinite playlist”, “Shrek 1”, “Se eu fosse você 2”, “O Terminal”, “12 angry men”...

- assisti a primeira temporada de “The Big Bang Theory”

O que ainda vou fazer nas férias:


- ler “Eclipse” (já estou na metade!)
- ler “Lost – sinais de vida”
- ler alguns contos de Tennessee Williams e alguns sonetos de Shakespeare,

- assistir True Blood, The Big Bang Theory, Aliens in America, Hung, In Treatment, How I met your mother, Numbers, Brothers and Sisters…

- assistir “Som do coração”, “Little miss sunshine”, “Stranger than fiction”, “Seven Pounds”, “The phantom of the opera”, “Hairspray”, “Revolutionary road”, “MILK”, “Marley & Eu”…

Será que vai dar tempo? Pensei em fazer um cronograma, detalhando o que fazer a cada dia. Mas concluí que seria muito nerd da minha parte (tenho evitado tomar atitudes semelhantes aos meninos de The Big Bang Theory! Haha).

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BBB - eu assisto!

Não entendo como um programa como o Big Brother Brasil pode dar tanta audiência se praticamente todos que eu conheço dizem não assistir e ainda condenam o reality show. As pessoas devem ter vergonha de admitir que assistem um programa de puro entretenimento. Pois eu não tenho! Leio bastante, estudo bastante, vejo vários noticiários, e acho que também mereço momentos de diversão. E é logo depois da novela das oito, todos os dias, que rio, fico indignado e até me emociono!
Esta é a nona edição do programa, mas as atitudes dos participantes continuam as mesmas. Parece que, ao entrar na casa, eles são envoltos nesse mundo totalmente diferente, e esquecem que estão sendo vistos. Assim, mesmo sabendo que isso vai prejudicá-los perante o público, eles discutem. Brigam por coisas bobas, como a comida do dia e a distribuição das camas. E é fato que nas ultimas oito edições, nunca foi o “brigão” o ganhador do jogo. E muito menos o tarado e convencido (Norberto, por exemplo, já foi eliminado). Tampouco foi a assanhada (Mulher Melancia, digo, Priscila – logo, logo chega a sua vez!) Torço pela Ana no momento, mas fico agoniado porque percebo que ela é verdadeira e ingênua demais. E a verdade dói. Como participantes de um reality show, eles não deveriam falar tudo o que pensam. Deveriam relevar mais, parecer mais bonzinhos... Afinal, o povo ainda não entendeu que isso é a realidade (ninguém é totalmente bom e ruim, como na ficção), e não tolera atitudes que podem ser vistas como “de vilão”. Acostumado com as novelas do horário nobre, o público quer um final feliz para o programa. Na minha opinião, faltou o participante que desempenhasse o papel de mocinho (a) nessa edição.
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Lovefool

In the beginning I couldn’t understand that look on your face. But then we became more than friends, and you made me feel “shiny and new”. However, I felt uncertain and confused. I thought you were not what I really wanted. So we decided to be just friends again. Unfortunately, things were not the way they were before… I lied to myself - and I still pretend I don’t care. It seems like you’ve been moving on. I haven’t! ‘Cause deep inside I know: “I still miss ya!”
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INDIGNADO.COM

Gostaria de tornar público, através deste, a minha indignação com relação às pessoas que casam ou namoram e acabam por esquecer dos amigos. Acho um absurdo que namorados e namoradas queiram tomar conta (inteiramente) da vida do (a) parceiro (a), e tenham ciúmes de amigos. Absurdo maior ainda é quando os amigos são ignorados apenas para não alimentar os ciúmes do (a) namorado (a). Amigo é A-M-I-GO – não há motivo para ciúme! E pessoas (principalmente as solteiras – pra não dizer encalhadas) precisam dos amigos: para conversar, dançar... Para viver. Deu para entender?
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