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BBB - eu assisto!

Não entendo como um programa como o Big Brother Brasil pode dar tanta audiência se praticamente todos que eu conheço dizem não assistir e ainda condenam o reality show. As pessoas devem ter vergonha de admitir que assistem um programa de puro entretenimento. Pois eu não tenho! Leio bastante, estudo bastante, vejo vários noticiários, e acho que também mereço momentos de diversão. E é logo depois da novela das oito, todos os dias, que rio, fico indignado e até me emociono!
Esta é a nona edição do programa, mas as atitudes dos participantes continuam as mesmas. Parece que, ao entrar na casa, eles são envoltos nesse mundo totalmente diferente, e esquecem que estão sendo vistos. Assim, mesmo sabendo que isso vai prejudicá-los perante o público, eles discutem. Brigam por coisas bobas, como a comida do dia e a distribuição das camas. E é fato que nas ultimas oito edições, nunca foi o “brigão” o ganhador do jogo. E muito menos o tarado e convencido (Norberto, por exemplo, já foi eliminado). Tampouco foi a assanhada (Mulher Melancia, digo, Priscila – logo, logo chega a sua vez!) Torço pela Ana no momento, mas fico agoniado porque percebo que ela é verdadeira e ingênua demais. E a verdade dói. Como participantes de um reality show, eles não deveriam falar tudo o que pensam. Deveriam relevar mais, parecer mais bonzinhos... Afinal, o povo ainda não entendeu que isso é a realidade (ninguém é totalmente bom e ruim, como na ficção), e não tolera atitudes que podem ser vistas como “de vilão”. Acostumado com as novelas do horário nobre, o público quer um final feliz para o programa. Na minha opinião, faltou o participante que desempenhasse o papel de mocinho (a) nessa edição.
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